Adquiri o hábito de tirar lascas das caixas de fósforo e chupá-las depois, nem tem gosto, mas tem textura melhor que a da goma de mascar, e dá maior liberdade à língua e aos dentes. E só troco quando vai se desmanchando em outras pequenas lascas e paro quando satisfeito.
Troquei um vício por um, aparentemente inócuo: não sei viver sem concretizar o tempo ocioso em matéria visível.